Quinta-feira, 28 de Junho de 2007
julho

E  chega Julho. Sétimo das tarde quentes a queimar  como café de saco em borda de chávena  de confeitaria. Cristos de calores terra abaixo, rumando alcatrão fora á orla  algaraviada  em corrupio de camisas cavalares.

Falésias de cerveja galgando seios acima em alcateia  dançantes, montando piramides gizadas por balões suspensos  em sardinhas.

No pão! Hoje e sempre molhadas em azeite e alho, baforadas frescas de amêijoas ao final de tarde,  soltando rojões de caracóis pelas pistas de dança.

Bifas de tanga traulitam pelas escadas abaixo, rachando á passagem pontas de cigarros de contrabando. Entra Paco Bandeira de viola em punho vomitando nos vasos de flores, enquanto o saxofonista sola como Judas êxitos de veraneio nas axilas do tempo.

Orgia de calor e som até o dia irromper com descargas policiais nos sentinelas embriagados. Luz fosca de prazer .

Verão.

 

 



zurzido por j-adn às 22:51
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eric traore



zurzido por j-adn às 22:44
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Terça-feira, 26 de Junho de 2007
neil peart drum solo (buddy rich memorial concert)


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afinal...

A vueling afinal não é a melhor companhia do mundo. Aliás, a vueling, afinal não é sequer uma das dez melhores companhias do mundo. A vueling não entre sequer na categoria das companhias assim assim. A vueling á fraquinha. Pronto, a vueling é uma merda pá!

 

Uma empresa cuja mensagem promocional é "Vueling - on time", com atrasos de 2h,30m a sucederem-se, dá vontade de perguntar "on time of what?". Of Lunch? Uma avioneta prevista sair ás 7.20 de Barajas, despega ás 9.40 com a maior das normalidades.

E nisto um individuo dorme e pena pelo T4 fora desde as 6.30 da manhã, onde chegou depois de obrigatoriamente sair do centro de Madrid ás 5.30 da matina. Baril.

 

E entra borda dentro, e as aeromoças dizem ; Buen Vueling! - E um individuo tem vontade de as mandar irem se faz favor montar-se num crocodilo, mas um individuo a ceder aos convénios sociais não diz estes disparates. Mas pensa. E pensa que nunca mais mete os pés nesta companhia aérea, pos já nem a Rolling Stone compensa tanto atraso.



zurzido por j-adn às 23:24
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betty alazraki



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Domingo, 24 de Junho de 2007
o roman da luz

Entrevista de Maria Flor Pedroso a Joe Berardo na Antena 1

Breves considerações;

Um intelectual não é necessariamente inteligente, e um inteligente não será necessariamente um intelectual.

Um intelectual é acima de tudo informado, não querendo dizer com isso ser capaz de raciocinar além de tudo o que lhe é servido, normalmente limitando-se a comentar e a criticar, indo aqui ali em ondas mais ou menos originais.

Não considerando Joe Berardo, self made man, um intelectual, que dizer de um sujeito que tem uma cultura (pintura, escultura, fotografia) acima da média, uma inteligência negocial provada por largos zeros no extracto bancário, e que no entanto é incapaz de articular quatro frases seguidas fluentemente? Confrangedora a entrevista, não se percebendo muitas vezes sequer o que o homem dizia.

A incapacidade de se expressar melhor, não é portanto atestado de inferioridade como se pode facilmente comprovar, ficando á consideração dos argumentadores o porquê de tanto sucesso. 

Pensar que a sorte não desempenha nenhum papel no dominio negocial, é no minimo muita arrogância, e que todas as fortunas e sucessos se explicam em livros de Gestão do Peter F Drucker.

Joe Berardo é a prova do contrário. Aquilo não se explica. É estar no sitio certo na hora certa, e o instinto faz o resto.

 



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Trashin - 1986

sinto-me: 80´s
múzzika: visto e revisto

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Sexta-feira, 22 de Junho de 2007
última hora

"Nuno Rogeiro admite que a ETA pode estar em Portugal"

in Diário de Noticias 22/06

"j-adn admite existirem espinhas no peixe-espada"

in hotel das letras 22/06



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Quinta-feira, 21 de Junho de 2007
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courchevel runway airport - france

world airports



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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007
zé das medalhas

PR/EUA: Cavaco Silva encontra-se com Prémio Nobel descendente de açorianos

Craig de Melo é bisneto de um açoriano que emigrou para os Estados Unidos no início do século XX. Depois, ninguém da família voltou ao Arquipélago mas o cientista garantiu que o fará em Maio para visitar a terra dos seus antepassados.

 

E pronto. Nasce mais uma Nelly Furtado em potência! Com um bocadinho de sorte o Craig de Melo até é moço para aprender a dizer 4 palavras em português, e seguramente daqui a um par de meses estará no Jornal da Noite com o Rodrigo Guedes de Cravalho, onde apreguará sorridente que guarda Portugal no coração desde sempre.

Com honras de estado, prosseguimos a nossa estupidificação mundo fora, passando atestados de menoridade ao nosso povo, laureando descendentes em 3º grau de bisavós emigrantes cuja única prova de lucidez foi de um dia terem mandado tanta pobreza de espirito para o caralho.

Atendendo ao facto que os Estados Unidos até é um pais formado por poucos emigrantes, e como é sabido uma nação com muitissimos anos, é realmente de estranhar que um Prémio Nobel seja descendente de emigrantes. E ainda por cima de emigrantes portugueses, e açorianos! Fenomenal! Espero que no mínimo convidem o Craig para cortar a fita do nóvel Aeroporto Internacional da Alcochota.

Quanto mais tempo vivo no estrangeiro, mais me convenço do imenso potencial que nos últimos 25 anos tem sido queimado por sucessivos incompetentes governos. Em comparação com a força de trabalho de muitos dos nosso vizinhos, somos invariavelmente mais capazes e mais bem preparados, sofrendo no nosso pais os efeitos nefastos da completa irresponsabilidade com que fomos dirigidos nos últimos anos.

Julguem-se os culpados. Acusem-se responsáveis. Acabem com a palhaçada. Credibilize-se a classe politica, ou que porra desistam da classe politica, contratem uma equipa de gestores e entreguem isso a profissionais.

Bardamerda para tanta vergonha! Impostos escandalosos, falcatruas a monte, tudo passa impune, e esse povo que fez o 25 de Abril onde está? Onde está que agora não se levanta? Não sai á rua? Não barafusta, não se manifesta? Ou será que só sai quando mandatado pela UGT?

E andamos pelo mundo fora a distribuir medalhas? Ó senhores, quero mais é que o Craig de Melo se foda!


sinto-me: se calhar foi do atum...
múzzika: posta um bocado revolucionária,

zurzido por j-adn às 22:02
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007
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jack morefield



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Á lá Calle

Á La Calle. A rua. Mas não uma rua especifica, qualquer rua. Qualquer uma desta ruas do centro em que a vida não pára.

Uma das principais caracteristicas de Madrid, é o transbordar de vida nas ruas, o movimento, as cores. O subirmos e descermos, escolhermos onde entrar, onde comer, onde conversar.

A rua assume aqui um papel social, não apenas como ponto de passagem, mas como ponto de negócio fundamental, com ponto de referência.

Não se esgotam as conversas em estereis esplanadas de centros comerciais, pois ali o ar não é condicionado e as escadas não são rolantes. La calle, onde nos encontramos para uma caña ao final do dia, e onde cagam os cães como em todo o mundo.

Pelos passeios encontramos verde, assumindo especial importância como fornecedor de frescura nesta altura do ano, destacando-se nas praças que um pouco por todo o centro de Madrid vão marcando presenças familiares.

Pelas esquinas as mercearias, agora Tiendas de Frutos Secos propriedade de chineses, emprestam-nos a sensação da vida de bairro, apesar de vivermos numa colmeia de 6 milhões de habitantes, espalhados pelos corredores de prédios de tijolo tosco e pedra.

Estranhamente Madrid transmite um ar familiar a quem aqui habita, tendo em consideração os muitos milhões de emigrantes que diariamente constroem esta cidade. Do México á Dinamarca, do Peru á Austrália, poderemos encontrar espécimens de todas as tribos, num banco de jardim numa qualquer praça a ler o jornal ao domingo.

A rua, hoje e antes, palco de todas as manifestações e acontecimentos, centro nevrálgico desta terra, para os que chegam, os que vivem e os que partem.



zurzido por j-adn às 22:45
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Rendido ao andamento dos tempos modernos, e face ao novo desafio que
recentemente me foi apresentado, que é o de participar nos próximos jogos
olímpicos, resolvi inscrever-me no ginásio tudo em nome deste novo projecto
que atende pelo nome " O Imparável Rumo a Pequim ".
Devo dizer que passado uma semana, as diferenças são verdadeiramente
admiráveís, sinto o corpo mais tonificado os músculos a latejar de
virilidade a par de uma clarividencia intelectual verdadeiramente incrível e
invejável, o verdadeiro Homem do Renascimento apresenta-se hoje, sendo eu
claramente o seu arauto! Mais incrível é ainda tal metamorfose, quando se
observa que toda essa pujança fisíca e mental, tenha sido adquirida apenas
com o pagamento da inscrição, mês corrente, avaliação fisíca mais seguro! E
nem sequer foi preciso lá voltar para observar esta clara e óbvia
transformação em todo o meu ser.
Já até posso comer beber e fumar mais, que o meu corpo todo ele corresponde
de um modo muito mais eficiente a essas ditas agressões, a admírável
influência positiva do exercicío fisíco, encontra-se já irremediávelmente
instalada em todo o meu ser, assim sendo tornou-se óbvio o passo seguinte,
que foi o de comparecer fisícamente no dito ginásio! Logo passo a descrever
este momento histórico e de viragem no desporto nacional!
De saco desportivo ao ombro e de olhar desafiante eis que entro no dito
local de culto para futuras gerações ( que assim o será, logo após a minha
futura e épica participação nos JO ), apago o cigarro e abro a porta com uma
habilidade estonteante, mas um pouco ao estilo de Martim Moniz, é que o saco
ficou algo entalado mas nada que um viríl puxão a par de uma blasfémia não
tenha resolvido!
A passo largo e determinado eis que me dirigo à recepcionista sem ninguém
ousar deter-me, a deitar mais fumo das entranhas que um pinheiro em Agosto
na Beira-Baixa, resolvo saudá-la!
- Boa tarde! - Disse...

- Boa tarde! - Replicou ela, claramente emocionada com tal triunfal entrada
em conjunto com o temor perfetamente compreensível, de quem vê chegar este
jovem Adónis fumegando como um Dragão!

Assim entrei e dirigi-me para o que eu concluí serem as termas deste
complexo desportivo! Por entre o nevoeiro e vapor que emanava das paredes,
instalei-me e sem demoras passei a equipar-me! Para a ocasião habilmente
escolhi uns ténis cheios de borralho que não usava desde o último magusto em
que tinha participado, uns calções de praia de idade indeterminada, e uma
T-Shirt a anunciar um local a que nunca fui, e se bem me lembro também não
conheço ninguém que lá tenha estado!
Em tão singela farpela não deixei de reconhecer a ironia da situação! Posso
não ter ido nunca a Lima no Perú, e nem tão pouco saber como é que tal veste
me veio parar à gaveta, mas sei reconhecer um sinal divino quando o vejo, e
sei que Pequim já é certo!
Após esta breve Epifania, resolvi ir ao que realmente interessava, ou
seja... ao treino em si! Aproximei-me jundo do PT, que por acaso até é meu
primo ( o desporto corre-nos nas veias ), e fiz-me anunciar! De olhar
surpreendido susteve-se perante a minha imponência, e insolenemente abriu a
boca!

- Então?!? Só hoje? Meu, mas mais vale tarde do que nunca! Estava a ver que
tinha que te ir buscar a casa!

- Tenho tido compromissos, que tu não terias sagacidade suficiente para
compreender, nem eu tenho os séculos necessários para te conseguir explicar!
Mas adiante... Preciso testar esta verdadeira máquina de guerra, pega nos
alteres e na minha garrafa de água que faz-me falta um servo!

- Meu, mas isso não pode ser assim, eu ainda não tenho um plano para ti!

- Não te preocupes, porque eu já tenho um plano para mim meu fiel escudeiro,
e até acho graça tu pensares que poderias ter tu um plano para a minha
pessoa! Mas não te preocupes porque se tudo correr bem na hora da glória, eu
terei um plano para ti também!

- Man não é isso! É que tu faltaste às duas vezes que te marcámos a
avaliação, e sem isso não te posso auxiliar como deve de ser! Pá se calhar o
melhor é marcarmos para quarta-feira a aula de avaliação, e hoje se achares
que não é muito puxado fazias uma aula de Body Pump! E eu já ficava também
com uma ideia...



-Venha de lá essa aula então, e quanto mais puxada melhor! Pois vejo que
estás a precisar que te ensinem a lição da humildade.

Assim, e com o brilho nos olhos que todos os predestinados padecem avancei
para a sala em questão e resolvi, sem qualquer tipo de dúvidas instalar-me
na fila da frente! Espera lá que eu já vos acerto o passo, pensei para
comigo, julgam que estão a desafiar os da vossa laia, mas estão muito
enganados, eu que já corri mundo, que já fui à Tailândia e comi gafanhotos,
que já fui ao Brasil e comi Jacaré, que já fui a Lima no Perú e nem me
lembro! Esperem lá que as contas vão-se fazer é agora, levas já com o preço
certo em euros que te lixas!
Começa o aquecimento e este vosso herói começa logo a dar cartas. Pedem para
pegarmos em halteres e eu não me fico, toma lá para começar um com 15 kilos,
que é para verem que aqui não há otários.
Mas assim que me veêm com tamanha prontidão e presença de espiríto, eis que
entram em pânico e dizem em desespero de causa!

- Não!!! Isso é muito!!!! Nem pensar! É apenas a primeira aula!!!! Faz com
menos!!! Muito menos...

Vejo que estão a começar de entrar em pânico, e num gesto de benovelência
para com eles resolvo aceder à súplica, não sem antes os presentear com um
ar de escárnio de quem já tinha alcansado uma memorável vitória moral,
perante os ditos "professores".
Começa a aula em si, e aí é que pude observar o quão baixo o ser humano pode
descer...
Perante a minha inexorável marcha vitoriosa, eis que me vejo confrontado
perante um ardiloso plano para me tentarem vergar! Usando táticas medievais
de tortura, dentro de um calabouço rodeado de atletas do mais alto gabarito,
e com toda a certeza alagados de injecções fabricadas por algum obscuro
laboratório ainda activo da ex-RDA, fui torturado com palavras de ordem em
jeito de lavagem cerebral, do género " Agora em
baixo...aguenta...aguenta...aguenta...Para cima novamente " " Mais uma vez,
mas desta vez mais rápido... Para cima para baixo para cima para baixo, mais
baixo ainda agora...e aguenta aguenta aguenta, e para cima! "
No fim e a suar como um emigrante a comer caracóis numa esplanada em
Quarteira! Pensei... Rumo a Pequim e agora também como atleta!!!

 

By; Ignatius Reilly


múzzika: let´s get physical

zurzido por j-adn às 14:11
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A verdade é que não sabia como explicar-lhe que não tinha boas noticias. O tratado ficára por tratar, o futuro outra vez adiado. A verdade verdadeira é que aqueles olhos não me deixavam mentir, não me deixavam ocultar-lhe que lhe trazia más novas.

Que o futuro era feio, que vinha turvo e com nuvens. Que se abrigasse das tempestades que ai vinham, que fugisse para longe. E dizer-lhe como? Os olhos.

Que por força de meia dúzia de gravatas, iria cheirar a morte cada vez mais perto. Que o mercado de acções era muito mais valioso que o seu perfume, que uns molhes de papeis valiam mais que os seus lábios.

E o futuro a chegar amanhã! E as colheitas? A seca? Dizem que para o ano voltam a falar no assunto, fica descansada. Mas descansada como? E a água? Para o ano ainda há? 
Não sei, vamos ver.



zurzido por j-adn às 08:32
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007
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San Quentin 

san quentin state prison, california

capacity: 3317

prisons of the world


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Domingo, 17 de Junho de 2007
bubamara


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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007
esrre

A probabilidade da maioria da população espanhola falar outro idioma que não o castelhano, é similar ás probabilidades de Francisco Louçã vir um dia a ser primeiro-ministro de Angola.

 

"Ésrre", percebi horas mais tarde, queria dizer "Shrek", e que no caso alguém se referia á pelicula. Muito bem.

 

A indústria da doblagem em Espanha é de tal ordem cómica, que vi há dias uma entrevista com a voz de Chuck Norris, Eddie Murphy, Silvester Stallone e acho que Bruce Willis, um all-in-one portanto, que se chamava Nacho não sei quê, vivendo ali para os lados periféricos de Madrid. Chegam portanto ao ponto de entrevistar "a voz", e não era Sinatra, garanto.

 

Como resultado de anos e anos de dobragens, entre outras politicas protecionistas ao castelhano, temos uma população trabalhadora activa verdadeiramente analfabeta linguisticamente, totalmente incapaz das mais básicas interpretações.

 

Imagino a escuridão de nunca haver escutado a voz da Michelle Pfeiffer, do Al Pacino, do Robert de Niro, ou mesmo da Odete Santos. Priceless.

 



zurzido por j-adn às 19:18
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Roma arde
- Gracias al proyecto de la Universidad de Virginia podemos hacernos una idea de como fue la antigua Roma de la época imperial.

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2007
Um campónio em Paris

Ah la France... onde até as crianças falam francês...

 

No mais, maravilhei-me com a qualidade dos Táxis em Paris, (sintomático do proletariado) onde qualquer Chrysler pode ser transporte público, e por um preço muito superior aos dos bilhetes de avião podemos ficar horas atascados no trânsito enquanto assistimos ao rodar do taxímetro. Sublime.

 

Em qualquer pizzaria de esquina, podemos sentir a magia de Paris, ou pelo menos assim nos parece após apresentação da respectiva conta, pois só por magia uma puta duma pizza  e uma cerveja valem a módica quantia de 40 euros.  (brejeirice)

 

Comprovei que atravessar os Champs Elysees ébrio, tem o mesmo efeito que em qualquer outro lado do mundo, pois as luzes mexem-se igualmente depressa e os passeios desviam-se assim que lhes chegamos as solas dos penantes. A única diferença neste caso foram os impropérios dos trauseuntes que eram debitados com sotaque de Jean Reno. ( este campónio foi para Paris embebedar-se em vez de se perder na atmosfera cultural da cidade? Foi. O gajo não tinha tempo para mais. Na vida há que fazer escolhas...)

 

Jean Reno é indubitavelmente uma das maiores invenções do cinema francês, mas sobre isso falaremos mais á frente, a seguir a Francis Veber.

 

O metro corre para o mesmo lado que em Lisboa, e isso agradou-me sobejamente, pois os  madrileños, essa raça canidea, tem por hábito botar as composições a andar em sentido contrário concerteza só para provocar. Ainda por cima pouco originais, pois há anos que as aventesmas dos ingleses granjeiam o cimeiro ódio mundial com o imbecil hábito de colocar o volante no assento do condutor, e de se fazerem passear alegremente em sentido contrário pelas vias.

 

  (carla bruni - made in france)

 

Hoje ficamos por aqui, nos próximos capitulos, " Um campónio em Deauville", assim o tempo permita a este horácio. Talvez volte ao tema Paris, assim encontre assunto de relevo, ou talvez não.



zurzido por j-adn às 22:34
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agora, a politica

Telmo Correia tem a sensibilidade politica de um elefante, como aliás era sabido, e mais uma vez comprovada ao titular o periodo de 6 meses do Governo para "estudo da OTA" como a 1ª derrota politica deste executivo.

 

Au contraire mon ami, este recúo demonstra um minimo de coerência e honestidade,e consultando o arquivo de calinada governamentais nos últimos meses, seguramente encontraremos várias "derrotas politicas".

 

Telmo Correia tem igualmente uma testa muitissimo grande, o que lhe confere especiais poderes em frente ás camâras de TV, pois refle(c)te como um espelho polido.

 

Viva o Telmo Correia!

 

...bem tentei começar a escrever qualquer coisa relativamente séria sobre politica ou o os assuntos mundanos da nossa terra, mas, fui traido por um incrivel ataque de tédio, obrigando-me a fugir para zonas pantanosas do cortex. 



zurzido por j-adn às 22:11
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007
...

Empeza assim neste novo apartado, vida nova a linhas escritas tortas por pontos direitos.

Que a puta escrita jamais domine a arte compulsiva de criar sentenças aleatóriamente.



zurzido por j-adn às 22:47
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o teste
testing...

zurzido por j-adn às 22:36
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2007
http://www.thecoolhunter.net/



http://www.thecoolhunter.net/

zurzido por j-adn às 15:26
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Este hotel encontra-se quando nao se perde em prof...
Este hotel encontra-se quando nao se perde em profundas obras de remodelação. Brevemente mudará de instalações.

Seja como for, isso não retira brilhantismo a Irvin D. Yalom, que mais tarde falaremos. O condicionalismo; tudo gira em torno do condicionalismo, o se, a dúvida perene e permenente; a inconstância de se amar a incerteza ao viver negociando.

Arthur Schopenhauer e Nietzche transportam demasiado negativismo que Yalom de alguma forma tenta temperar, emprestando vivências e enredos a amargos teoremas na arte do pessimismo.

Eventualmente, algum dia conseguirei escrever um post com um minimo de decência sobre Yalom, Schopenhauer e Companhia. Ou não, ou não.

zurzido por j-adn às 14:37
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